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domingo, 20 de agosto de 2017

10 razões para namorar uma mãe solteira




Sou mãe solteira e estou comprometida em dar atenção plena.  
Em minhas conversas com outras mães solteiras sobre homens que nos amam ou nos evitam, aprendi muito sobre as reações das pessoas. Aprendi que existem homens que adoram mães solteiras e homens que saem correndo, assim que sentem nosso cheiro.

Embora não exista uma receita de bolo ou passos para serem seguidos ao namorar alguém, o que posso fazer é compartilhar minhas impressões e experiências de como são as mães solteiras, sendo que acredito que os homens deveriam nos dar uma chance.
Primeiramente, tenha em mente que se trata de mulheres mentalmente maduras, pois fizeram a lição de casa ao se reformarem internamente. Mães solteiras são pessoas ativamente comprometidas em crescer e aprender através de terapia, treinamento ou transformação espiritual. Estas são as mulheres que se comprometem com a auto-reflexão, vivem suas melhores vidas e se tornam a melhor versão de si mesmas.

Elas não participam de joguinhos...  Temos vidas ocupadas, e não podemos ficar presas em um jogo de cortejo para pegar e manter um parceiro.

Ela vai lá e faz. Não somos perfeitas, mas sabemos quem somos e para onde vamos. Não esperamos que mais ninguém nos leve a qualquer lugar.

Conhecemos e reconhecemos nossas “cagadas”. Estamos cientes de nossas responsabilidades, e, também, fizemos nossas escolhas, boas e ruins. Não somos vítimas e não esperamos ser resgatadas ou salvas.

Sabemos o que queremos. Temos clareza sobre o que queremos e qual nossa missão. Nossa direção é guiada pela paixão, o que pode nos tornar ainda mais atraentes.

Somos confiantes. Cometemos erros e tivemos inúmeros contratempos, mas sobrevivemos. Acreditamos na nossa capacidade de criar magia e de nos recuperar na adversidade.

Somos independentes. Aprimoramos as habilidades do nosso lado masculino e podemos fazer muitas coisas, mas também podemos demonstrar nosso lado gentil e feminino. Sim, aprendemos a equilibrar masculino e feminino em nosso ser.

Somos intensas. Não temos a espontaneidade nem a liberdade para fugir sempre que gostaríamos, mas fazemos o melhor com o tempo que temos, o que significa que, quando somos sua, somos toda.

Somos empáticas. Nossa experiência como mãe, nos ajudou a aprender a cultivar e nutrir pessoas. Podemos oferecer-lhe braços suaves para relaxar quando precisar.

Somos ferozes. Nossos anos, como mãe, também nos ensinaram a ser protetoras. Seremos o seu maior apoio e iremos enfrentar o que for necessário.

Não, não esperamos que você seja o pai de nossos filhos.  Muitos homens temem que namorar uma mãe solteira significa transformar-se em um pai antes que estejam prontos. Mas uma mãe solteira tem consciência e não esperará isso. Entendemos que ao se tornar uma pessoa permanente em nossas vidas, você também desempenhará um papel na vida de nossos filhos, mas não estamos esperando forçá-lo a um papel que você não está pronto para ocupar. Estamos confortáveis e reconhecemos que tudo na vida leva seu tempo.


Namorar uma mãe solteira é definitivamente muito diferente de namorar uma mulher descompromissada e se você está procurando alguém que é espontâneo e disponível, provavelmente não somos para você. Mas se você anseia por uma mulher que nutre e é feroz, intensa e confiante, podemos ser o que você está procurando.

por Martína Mädche, sou escritora do blog, sendo que este projeto busca inspirar e transformar as vidas de pessoas. Tenho familiaridade com as conversas internas que temos. Conheço pessoalmente o diálogo interno negativo que e se manifesta a vergonha em tudo: relacionamentos, comunicação, parentalidade, o caminhar da vida. Através de minhas experiências familiares e profissionais, procuro ajudar homens e mulheres a percorrerem o processo de libertar-se de suas lutas internas. Nesse blog encontrarão orientações, diversas práticas e treinamentos que visam dar apoio  em momentos de conflito e crise familiares. 

Caso precise entrar em contato: Martína Mädche
Advogada e Profissional de Ajuda.
Contato: martina.madche@gmail.com
Grupo de Apoio do face: Separei e Agora?
Comunidade: Martina.Mädche
Comunidade: Divórcio para Eles
Comunidade: Divórcio para Elas


sábado, 24 de dezembro de 2016

Sobre estar sozinho no Natal! por uma Mãe Solo

Sobre a Dor de estar sozinho no Natal

Estou sozinho.

Martina Madche

Se alguém entrasse agora na minha casa, você encontraria um cachorro dormindo pacificamente, um menino e uma menina dormindo em sua cama. Decorações de Natal por toda a casa. Uma casa limpa e arrumada... e uma mulher sentada no chão em um canto triste e sozinha.

O Natal costumava ser meu feriado favorito quando eu fazia parte de uma família. Agora sou mãe solteira. Este é meu quarto Natal sozinha!

Quando reflito sobre meu casamento, percebo que me senti sozinha mesmo quando estava acompanhada, mas eu ainda tinha o conforto de ter uma família, mesmo sendo de aparência. Quebrado ou não, ele proporcionava segurança e de certa forma me satisfazia, pois meus filhos tinham um pai e uma mãe em baixo do mesmo teto (O mesmo quadro Ideal foi fornecido para mim)

Há seis anos, na véspera de Natal fui viajar para passar as festas com minha família no interior. Achei que seria a melhor opção para meus filhos passarem o Natal longe de casa, já que a separação era recente. Assim, estariam cercados por um monte de parentes. Estava em uma casa cheia, mas eu me sentia extremamente sozinha-tanto que queimava o meu âmago. Estava ciente disso. Sabia por que estava lá. Sei que todos os sentimentos que me cercavam fazem parte da minha criação. Busquei resistir, mas estavam ali conscientes. Não queria me sentir como uma vítima, afinal adoro o natal tanto que eu queria momentos especiais na minha vida. Sempre busquei refletir sobre essa condição de ser vítima, pois em vários momentos sofri abandono e perdas. Sei que muitos dos nossos relacionamentos não são feitos para durar. No entanto, nesta solidão eu sinto a dor de querer ser realizada, abraçada por esses relacionamentos novamente. Não que eu queira voltar, mas o suficiente para lembrar. O suficiente para me fazer implorar por alguém, para não ter que me lembrar do meu sentimento de solidão. Quanto mais penso no dia de Natal, mais intensos são meus sentimentos. E quando chega o momento de ter que entregar as crianças para o pai... fica aquele silêncio no ar até o resto do dia ou até onde sei estarei sozinha...

E assim buscando lidar com meus próprios sentimentos, eu peço ao universo. Como posso servir? Como posso ser útil? Então escrevo um texto falando abertamente sobre como tantas pessoas se sentem dessa maneira, quão importante é se dar permissão para sentir o que estamos sentindo e aceitar o lugar em que estamos. Então espero ter tocado alguém! Talvez, no fundo, até espero que alguém comente ou que alguém diga você não está sozinha nessa, não és a única que sente assim.
Quando ninguém responde a nossa vulnerabilidade é muito fácil criar histórias em nossas mentes. Então nos questionamos... O que há de errado comigo? Porque não sou suficiente? Porque estou sozinha?
A verdade é que, às vezes é assustador ser tão vulnerável, porque uma parte de nós já está nos julgando por nos sentirmos assim.
  
Está tudo bem se nos sentirmos sozinhos? É bom querer o que nos costumava trazer conforto como uma família pequena, amigos, nossa mãe e pai? É claro que está tudo bem!

Dê a sim mesmo a permissão para sentir tudo o que está sentindo.


É isso que estou fazendo. Eu não tenho outra escolha. Eu posso escolher. Ficar me sentindo mal por me sentir mal, mas isso só vai criar um abismo maior. Então me lembro que devo praticar o que prego para meus clientes. 

Dê a si mesmo a permissão para ser humana! 


Dê a sim mesmo a permissão para sentir. Expresse ou anote. Chore. Grite Repita se necessário. Aceite a solidão. Sinta para que então ela possa conhecer o amor, e então aos poucos o sentimento de mansidão e compaixão tomará conta do nosso ser. Você não está sozinho em sua solidão. Todos nós já estivemos lá. Tenho certeza que se você perguntar a alguém eles dirão que você não está sozinho. Para todas as pessoas solitárias neste Natal. Você não está sozinho! Você tem um grupo! Eu te amo! 
Com amor 

Martína Mädche, advogada
OAB/RS 60.281
Martína Mädche, sou fundadora do blog, sendo que este projeto busca inspirar e transformar as vidas de pessoas. Tenho familiaridade com as conversas internas que temos. Conheço pessoalmente o diálogo interno negativo que e se manifesta a vergonha em tudo: relacionamentos, comunicação, parentalidade, o caminhar da vida. Através de minhas experiências familiares e profissionais, procuro ajudar homens e mulheres a percorrerem o processo de libertar-se de suas lutas internas. Nesse blog encontrarão orientações, diversas práticas e treinamentos que visam dar apoio  em momentos de conflito e crise familiares. 
Caso precise entrar em contato: Martína Mädche
Advogada e Profissional de Ajuda.
Contato: martina.madche@gmail.com
Grupo de Apoio do face: Separei e Agora?
Comunidade: Martina.MädcheComunidade: Divórcio para Eles
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