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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

DICAS DE COMUNICAÇÃO COM O EX - DIVÓRCIO E AGORA?

5 dicas para uma comunicação positiva com seu ex

Quando nos separamos da pessoa com a qual tivemos filhos, é necessário, no mínimo, manter um relacionamento civilizado. É inevitável um trabalho em conjunto para o bem-estar de seus filhos. Porém, quando a comunicação é difícil com raiva e ressentimento, o maior prejudicado é seu filho. Seguem algumas dicas para deixar de lado os sentimentos ruins e negativos. Com um pouco de esforço da sua parte você poderá ter uma relação nova e produtiva, pois isto vai ajudar os envolvidos no processo de seguir em frente com suas vidas.


Comunicação após o divórcio - Cortesia Getty Images

1. Consulte um terapeuta ou profissional de ajuda:

Se você achar que há muitas questões para serem discutidas e que não haverá civilidade no diálogo procure ajuda de um profissional. Pode ser um terapeuta, mediador ou um coach, assim ficará mais fácil discutir questões importantes sobre as crianças. Procure ajuda de um terceiro, não tenha medo de consultar um especialista ou um amigo que ambos têm uma relação de confiança.


2. estabelecer limites claros:

Seja claro nas suas posições/ princípios e estabeleça limites claros sobre os papéis que você vai ter em relação ao seu filho / a vida das crianças. É importante que cada um de vocês entenda o valor do seu relacionamento com seus filhos e respeite essa relação.

3. Não levante questões do passado:

Quando houver a necessidade de solução de problemas não fale do passado. Discuto assunto em questão. Olhe para seu ex da mesma forma que faria um parceiro de negócios. Tenha claro o que será discutido e se encontre em um local neutro. Esteja sempre pronto e cortês.

Não recorra a xingamentos, culpando, amaldiçoando ou gritando, mantenha as emoções negativas fora da equação e lide com elas em seu próprio tempo e espaço.

4. Seja Solidário:

Esteja disposto a ver a situação do ponto de vista do seu ex. Eles também têm preocupações e medos. Reconheça suas ações, seja mais compreensivo e aberto para encontrar soluções eventuais para problemas que possam surgir. Lembre-se de focar em seus filhos são eles que devem sair ganhando sempre!

5. Considere seus filhos:


Sempre considere o seu filho / filhos. O que eles querem? O que é melhor para eles? Os filhos são sua principal prioridade! Procure estabelecer um relacionamento que os beneficie, assim, você terá uma forma de se relacionar melhor com seu ex!


Estas páginas são elaboradas para ajudar a curar, superar e seguir em frente!
Caso precise entrar em contato: Martína Mädche
Advogada e Profissional de Ajuda.
Contato: martina.madche@gmail.com
Grupo de Apoio do face: Separei e Agora? 
Comunidade: Martina.Mädche
Comunidade: Divórcio para Eles
Comunidade: Divórcio para Elas

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O que é um Divórcio Coolaborativo/Cooperativo?

Quando chegamos a conclusão que a única alternativa é o divórcio, o melhor a se fazer é consultar um advogado. Neste post, quero falar um pouco das formas como trabalho com meus clientes o momento da separação. Temos algumas alternativas na hora da separação. 

Há casos, no qual a única alternativa é a optar por um divórcio litigioso. O divórcio litigioso via de regra envolve questões de violência doméstica ou diversas formas de abuso entre outras. 


Outra opção seria a mediação, onde uma das partes aceita o acordo entabulado pela outra, e a partir dali ambos seguem com suas vidas. 

A terceira opção que ofereço é o divórcio cooperativo, é uma nova modalidade sobre como podemos realizar o procedimento da separação. Trata-se de um conceito que veio dos Estados Unidos. Após anos de pesquisas constatou-se que nem a mediação e muito menos o divórcio litigioso, resolviam as questões envolvidas na separação, pois não era um procedimento construído pelo casal e sim imposto.

Por isto, trago esta nova modalidade no proceder. É um conceito novo oferecido para clientes que queiram pensar em uma alternativa para o processo de separação. Quando falamos em divórcio cooperativo, falamos em uma maneira menos invasiva e conflituosa na hora de negociar a forma como o ex-casal irá se relacionar no futuro, onde ambos em conjunto estabelecem regras e acordos, para que haja menos rancor e conflitos.

O divórcio colaborativo é em suma uma negociação respeitosa que será realizada via de regra em 4 etapas. Nestas quatro etapas buscasse auxiliar e criar um clima de negociação não confrontacional, na qual o compromisso é um acordo de convivência, além da partilha patrimonial. Sua finalidade é ajudar as partes a minimizar o tempo, a dor e o custo, além de evitar a destruição emocional que um divórcio litigioso carrega.

A sua estrutura apresenta  de uma maneira sensível e eficaz as posições de cada um dos envolvidos, sendo que se não houver condições de se celebrar um acordo no modelo cooperativo não é proibido que cada uma das partes contrate um advogado para discutir a questão perante um tribunal e lá litigar por seus direitos.

No divórcio Cooperativo as partes assinam um Acordo de Participação em que se comprometem a:

  • Ouvirem as preocupações de seu cônjuge, para tentar manter uma mente aberta;
  • Permitam que o seu parceiro tenha uma visão diferente se abstendo de tentar mudá-la;
  • Aceitem  que seu cônjuge tenha seu modo de pensar, sendo ouvido e respeitado para o bem maior de todos;
  • Abstenham de discutir;
  • Não entrem em brigas e nem digam ou fação coisas que possa agravar a animosidade com seu parceiro;
  • Evitam trazer e discutir questões do passado, mesmo que sejam injustiças, pois  a busca agora é como viver daqui para frente;
  • Apliquem sua energia e criatividade para chegar a uma solução em vez de focar em provas e batalhas litigosas...
  • Encarem problema por problema, sem ser o outro o problema; 
  • Voluntariamente forneçam todas as informações financeiras relevantes sem objeção.

Não há nenhuma desvantagem nesta forma de ver a separação, no pior dos cenários, é a oportunidade de ambos refletirem sobre como enfrentar as questões que serão abordadas no processo de separação. Este procedimento também visa clarear e mostrar como se pode evoluir em meio a uma crise, sendo que ambos poderão se consolar com o fato de terem tentado diminuir o conflito entre ambos. Não se pode falar em desperdício de tempo ou chances ao buscar um acordo amigável, já que visa o benefício de todos.

Estou a disposição para maiores esclarecimentos. No processo de divórcio colaborativos, utilizo várias ferramentos de coach e mediação para ajudar o casal a superarem este momento tão difícil. Como sempre falo, a separação é uma das maiores dores do ser humano, só perdendo para a dor da morte, por isto trabalho todos os dias em busca de ferramentas e aperfeiçoamento para trazer um conforto maior para meus clientes.

Abraço Martína Mädche

Contato: martina.madche@gmail.com

Facebook: Martína Mädche

domingo, 17 de novembro de 2013

SEIS SINAS QUE SEU CASAMENTO ESTÁ EM PERIGO

SEIS SINAS QUE SEU CASAMENTO ESTÁ EM PERIGO

Muitos casais acabam se divorciando. A questão é porque esperar até que seja tarde demais? Porque não procurar ajuda necessária para salvar seu casamento? Não lidar com problemas conjugais pode significar um acúmulo de ressentimento, mágoa e pode levar a um dos cônjuges a se separar emocionalmente do outro. Abaixo estão seis sinais de que você pode estar esperado demais para salvar seu casamento.

1.       Você já sonhou com uma vida sem seu cônjuge:

Pensar sobre o quanto a vida seria melhor se você estivesse divorciado é comum. Acontece durante os períodos de conflito conjugal para a maioria dos casais. O que não é normal é, muitas vezes, fantasiar sobre o divórcio. Este é um sinal de que você está preso em uma situação desagradável e você é incapaz de encontrar uma solução. É um sinal claro de que você precisa procurar uma terapia de casal antes que seja tarde demais.
Se você está ansioso para ter uma vida longe de seu esposo eu encorajo você a compartilhar esses sentimentos com seu cônjuge. Pode não ser a discussão mais confortável que você terá com o seu cônjuge, mas este tem o direito de saber que você está questionando se deseja ou não manter o casamento.

2.       Quando os aspectos negativos superam o positivo

Se os aspectos negativos superam os positivos em seu casamento, então o seu casamento está em apuros e precisa de ajuda. Se houver mais problemas do que o “paraíso”, você precisa obter ajuda para aprender a como enfrentar os conflitos do seu casamento. Não espere, não fique parado. Você precisa tomar medidas pró-ativas para resolver seus problemas conjugais. A inércia vai levar a outros problemas, então enfrente os aspectos negativos e não leve seu problema adiante, invista em ser feliz para ter um bom casamento.
Faça um favor a você mesmo, ao seu cônjuge e ao seu casamento e não permita que a balança penda muito para o negativo procure ajuda e orientação de como lidar com esses conflitos conjugais.

3.       Guardar rancores e mágoas dentro de ti

Você encontra-se temeroso para falar com o seu cônjuge sobre os problemas conjugais ou da vida em geral? A comunicação é uma importante forma de aliviar o stress e criar um vínculo saudável entre os casais. Se você não se sente confortável conversar com seu marido isso poderia ser um sinal de que você não sente falta de confiança em seu cônjuge. Um casamento não pode sobreviver onde não se confia.

4.       Se um dos dois vive na defensiva

Se qualquer um de vocês vive na defensiva, despreza os sentimentos do outro, mostra desprezo pelas crenças ou a sua forma de se engajar, então você está com alto risco de divórcio. Quando os problemas estão sendo evitados ou mecanismos de defesa negativos estão envolvidos ao tentar lidar com o conflito você não está permitindo a resolução de conflitos saudável. Ele pode ser o beijo da morte para um casamento.

5.       Você se sente como o único tentando resolver os problemas

Você está frustrado porque cada vez que você tenta discutir os problemas com seu cônjuge este se afasta de você? Você já falou que você não se importa mais. Não é incomum que um dos cônjuges se retire, quando um sente que os problemas no casamento estão sendo evitadas pelo outro cônjuge. Eventualmente, um ou outro cônjuge vai se desligado e já não está interessado em resolver os problemas conjugais.

6.       Você raramente, ou nunca faz sexo

Talvez um de vocês deseja sexo e o outro não quer. Talvez você tenha ficado tanto tempo parado que há a necessidade de uma nova conexão íntima com o outro. Qualquer que seja a razão, um casamento que não tem intimidade sexual e afeição tem grande chance em acabar em divórcio ou acabar sendo um casamento de conveniência. Aquele em que você fica para o bem das crianças, ou porque você está com medo da mudança.

Quando se evita superar problemas conjugais importantes, tais como a falta de sexo, isto faz com que um casamento acabe secando como uma videira, gera ressentimento no cônjuge que está se sentindo menos satisfeito e ele quebra o vínculo que todos os casamentos devem ser construídos o vínculo da intimidade.
BOA SORTE


MARTÍNA