segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Como é amar uma mulher que já viveu no inferno... - Amores Difíceis

Não é fácil amar uma mulher que saiu do inferno...  Muitos tentam, e muitos falham...

Amar alguém assim exige muita força de vontade, muita paciência, e mais um tanto de resistência, além de tenacidade e, por fim, muitos toques de determinação. Ademais, ela precisa de um amor incansável, um amor determinado que não se deixa derrotar facilmente.

amores difíceis por  Martína Mädche


Algumas vezes, ela te empurrará para bem longe... é a forma dela ver o quanto a desejas, pois assim saberá se estarás a seu lado nas tempestades.  Sim, ela é imprevisível como um furacão, uma força da natureza que cavalga sobre a fúria de seu sofrimento, mas também é uma chuva suave, calma, quieta e silenciosa.

Quando ela for chuva silenciosa aproveite para amá-la.

Quando ela for trovões, relâmpagos e ventos ferozes, ame-a ainda mais.

Sem dúvida ela é uma contradição, um pêndulo que balança entre o medo de asfixiar e o medo do abandono, e pode ser que ela nunca encontre o equilíbrio, porque, embora ela nunca admita, vive insegura. Haverá momentos que ela vai querer te por perto, para dobrar o cabelo atrás da orelha e beijá-la na testa e segurá-la com força em seus braços na outra ela vai implorar sua independência, seu espaço, sua solidão.

Enquanto dormires ela estará acordada, incapaz de retardar seus pensamentos, observando relógio perseguindo o tempo, tentando fazer com que seus pedaços se encaixam, para tudo fazer sentido. Nessa hora luta contra seus demônios e mata seus dragões, e muitas vezes terá medo de adormecer , pois nessa hora ela perde o controle ... sua vulnerabilidade fica exposta. No dia seguinte estará cansada, e sua presença a sufoca, pois nesse momento ela precisa de si mesma. Se ela estender a mão para você, ele irá querer amá-lo e quando ela o empurrar para longe, precisa de seu tempo...


Novas situações, lugares, pessoas e experiências deixam-na ansiosa. Mesmo ela sendo ferozmente independente. Ela precisa de um longo tempo para superar seus medos, o tempo todo esta aterrorizada como uma criança pequena sozinha no mundo grande. Muitas vezes, terá que ser corajosa para provar a si mesmo que tem o que é preciso. Outras vezes, ela vai precisar que segurem sua mão firme. Algumas vezes, não saberás do que quer, então precisarás lê-la como um livro com as páginas desgastadas e, assim, então quem saber tentar ser o que ela precisa, quando nem ela não sabe de si.

Quando ela for valente e der seus passos no mundo por conta própria, irás amá-la.

Quando ela estiver com medo, e se recusar a segurar a sua mão, ame-a ainda mais.

Ela viverá com medo de não ser o bastante e será uma longa batalha até encontrar o meio-termo. Ela sente vergonha da balança quando aumenta ou diminui, sente vergonha de ser ela mesma, pois nunca foi amada quando era pequena e também quando cresceu e torno-se adulta.

Quando ela estiver bem, ame-a.

Quando ela não se sentir o bastante, ame-a ainda mais.

Às vezes, ela não sentirá dor e a luz vai brilhar nos seus olhos e sua risada será uma melodia rara e preciosa. Em outras, a dor vem com tudo; e então sua visão turva, e a angústia apagam sua música.

Quando ela é a luz, ame-a.

Quando ela for escuridão, amá-la será mais difícil.

Ela irá te amar com cautela, com um pé para fora da porta. Não entende um amor sem condições, aquele que é poderoso o suficiente para suportar tempos difíceis. Ela não se permite confiar plenamente no amor, e mantém partes de seu coração ocultas. São suas feridas, suas peças, pois foi muito difícil uni-las então não arisca ser ferida novamente.

 Ela será sempre uma expectadora. Espera sua ação. E quando não o fizer, ela tem uma verdade escrita em seu coração que diz que você vai cair fora que é apenas uma questão de tempo, pois todos que a amam a deixam. Por isso ela tentará sabotar a relação; tentará destruí-la, pula fora primeiro, poderá até mesmo prejudicar a relação antes que você possa machucá-la. É assim que permanece no controle, isto é como ela sobrevive, como  garante que não a machuquem novamente.

Quando ela quiser amá-lo, ame-a.

Quando ela for prejudicá-lo, ame-a ainda mais.

Ela poderá perder o controle, ficar aterroriza, quando sentir-se impotente, presa ou sem sua liberdade. Ela precisa dançar com os pés descalços sob enorme céu azul, sentir a areia entre os dedos dos pés, correr com os lobos como o vento tece mágica através de seu cabelo, pois aqui é onde a sua cura é encontrada. Nunca corte suas asas, é vital que possa sentir sua liberdade de voar, pois assim poderá voltar para você.

Amar quando tudo estiver bem e ame-a ainda mais quando não estiver.

Ame-a de uma forma que ela resignifique tudo o que o amor representou para ela.

Ame-a porque sabes com todas as fibras da sua alma o presente que é amá-la, pois sabes o quanto oi difícil para ela oferecer o seu coração frágil.

Lembre-se ela não precisa de você. Ela escolheu você.

Porque tens o que é preciso para enfrentar as tempestades.

Porque mesmo quando ela não souber como amar, ela saberá que será amada. 


Baseado em um texto de  Caty Parcker

Martína Madche, advogada
OAB/RS 60.281

Martína Mädche, sou fundadora do blog, sendo que este projeto busca ajudar pessoas a reencontrar a Felicidade, por meio de orientações, diversas práticas e treinamentos que visam ajudar mulheres e homens a navegar através de seu divórcio e crises. 
Caso precise entrar em contato: Martína Mädche
Advogada e Profissional de Ajuda.
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terça-feira, 25 de outubro de 2016

E quando a solidão invade a alma - o que ocorre quando nos encontramos completamente sozinhos...

Aprenda a lidar com a solidão. Aprenda a conhecer a solidão. Acostume-se a ela,  pela primeira vez na sua vida. Bem-vinda à experiência humana. Mas nunca mais use o corpo ou as emoções de outra pessoa como um modo de satisfazer seus próprios anseios não realizados.“"
~ Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar, Amar.


solidão

A solidão muitas vezes me atormentou.
Não falo da solidão de estar sozinha, geralmente estou contente quando estou sozinha em minha casa. Mas toda minha vida eu senti uma solidão profunda, algo decorrente de sentimentos ligados ao abandono e rejeição que sentia na minha infância.  Quando não me sentia amada, desejada ou quando sentia uma certa inadequação e vergonha...

Quem vivencia esse tipo de experiência pode ter oscilações de emoções, ou seja, uma hora está alegre e contente e na outra sente medo e solidão... Aos poucos a gente vai aprendendo a se proteger e passa a combater o sentimento de solidão. Minha forma de proteção foi decidir que seria independente e nunca precisaria de nada nem de ninguém. Passei a ser independente e auto-suficiente, porque aparentemente era menos complicado viver assim.  Aboli quaisquer tipos de necessidades e vulnerabilidades... Isso pode não ser saudável, porém funcionou por um tempo.

Até que um dia a solidão me pegou de jeito...  passou a ser uma companhia insuportável... o medo se instalou novamente ... nessa hora voltou aquela lembrança infantil do medo do abandono... da rejeição, dos sentimentos que não queria experimentar ou lidar novamente e que estavam guardados a sete chaves.

No passado, eu fazia o que fosse necessário para evitar esses sentimentos, assim eu vivia ansiosa, pois buscava me manter ocupada para não refletir. 
Me recolhi sob a égide do perfeccionismo que passou a ser meu escudo, minha forma de controle. Me tornei fanática por comida, estudos, conhecimento, filmes, música... Passei a me anestesiar, desconectar e dissociar....

Todos encontram uma forma de fuga através de vícios habituais é comum em uma situação assim. Os vícios podem ser: comida, álcool, sexo, compras, televisão. Aos poucos as formas de autodestruição vão se instalando...

A outra maneira que usei para lidar com a solidão foi a de usar outras pessoas para preencher o meu vazio. Coloquei expectativas não ditas sobre elas para atender às minhas necessidades, para me sentir melhor, para me distrair, para tirar as emoções de dentro de mim... sendo que e em alguns momentos não fui capaz de lidar coma as pessoas e minhas frustrações. Ainda que eu saiba que não se pode esperar das outras pessoas uma cura para nossas feridas. Sempre erramos quando colocamos exigências sobre o outro. Não podemos transferir a responsabilidade para outrem de nos fazer, de alguma forma, nos sentir inteiros. Nós, os feridos,é que levamos nossos baldes de água vazios ao nosso redor e pedimos a outras pessoas para encherem para nos completar. No entanto, os nossos baldes estão rachados, quebrados, cheio de buracos, e não importa o quanto os outros despejam, nunca é suficiente. E assim, nos tornamos mais necessitados e mais dependente dos outros, pois precisamos que continuem enchendo nossos baldes, e quando eles não podem, nos tornamos desiludidos, decepcionados, irritados, ressentidos.

Ninguém além de nós mesmo deve possuir a responsabilidade de nos curar. Devemos nos curar. Devemos ser todo sozinhos. Devemos levantar e concertar nossos baldes quebrados e, assim, simplesmente ser por nós mesmos.

Temos que parar de esperar que os outros nos preencham, por estarmos insatisfeitos.

Os últimos 12 meses foram um período de transformação para mim. Mas a transformação não é fácil. Ela exige um enorme esforço para reconhecer e aceitar nossa fragilidade, para estar consciente de mecanismos de enfrentamento velhos e aprender novos. Aprender a sentar com minhas emoções, me familiarizar com elas, entendê-las. Não para me entorpecer, fugir, ou recorrer a padrões insalubres e hábitos destrutivos. Para transformar uma vida de pensamentos, padrões, ações e reações é preciso ter intenção de mudar além de muita persistência. Não é fácil ou confortável matar nossos dragões, sendo que com cada dragão derrotado um novo aparece. A solidão tem sido um dos meus maiores dragões. Só quando eu acho que tive uma vitória, ele aparece novamente. Talvez seja para mim um dos mais perigos, pois rasga minhas feridas de rejeição e abandono, desencadeia outras reações, e, por fim, me leva a um mecanismos de enfrentamento insalubres e destrutivos.

Recentemente, o dragão levantou-se novamente dentro de mim, com as suas ameaças para me devorar. Com suas mentiras que não sou amada, inadequada, não suficiente, indigna. Exceto, que desta vez, eu estava preparada. Dessa vez eu não fugi, ou retornei para os meus mecanismos de enfrentamento habituais, permaneci consciente. Permiti que a solidão entrasse. Sentei com ela e a conheci melhor. Por fim, veio uma torrente de emoções negativas e eu escutei. Fui simpática à sua origem, ao lugar em que foi criada pela primeira vez em minha vida. Eu a entendi. E então eu mandei embora.

Somos responsáveis pelas nossas emoções, e temos que fazer a escolha de não permitir que elas nos governem ou controlem. Dessa forma evitamos projetar nossas emoções em outra pessoa, deixamos de esperar que o outro tenha que realizar os nossos anseios não realizados. A solidão é um amigo difícil de fazer, mas pode ser uma boa companhia. 

Devemos procurar a aprender a nos sentir confortáveis sozinhos. Aos poucos estar solitário não vai mais machucar e muito menos matar. É preciso sentar com a solidão, e deixá-la  entrar. Reconheçê-la, compreende-la, e então aprender com ela. Lute contra o impulso de correr de volta para os seus mecanismos de enfrentamento habituais, não procure as pessoas normais que têm contado como no passado para preencher seus vazios. Aprenda a pedir o que você precisa de amigos e entes queridos em relacionamentos saudáveis. Encontre sua rede de apoio, e remova as pessoas de sua vida que não te apóiam, se ame incondicionalmente e assim irás enfrentar seus tempos de luta.

A solidão faz parte da experiência humana. Não podemos deixar esta terra sem experimentá-la, senti-la, sofrê-la. Às vezes, é necessário ser simplesmente sozinho. Às vezes, temos um trabalho árduo e profundo pela frente, porém será recompensador, pois pela cura é que aprendemos a viver com todo o nosso coração e então nos juntamos a outras pessoas e desenvolvemos então relacionamentos saudáveis. 
Adaptação do texto de Kathy Parker


Martína Madche, advogada
OAB/RS 60.281

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

MÍDIA SOCIAL X DIVÓRCIO

MÍDIA SOCIAL X DIVÓRCIO

É inegável o impacto da mídia social em nossas vidas, além do impacto social ela pode nos afetar emocionalmente, fisicamente, e até mesmo financeiramente durante problemas conjugais, como o divórcio. Ao monitorar a quantidade de tempo que passamos online em sites de redes sociais, podemos fazer o processo de divórcio menos assustador e mais fácil de gerir.

Inconvenientes da Mídia Social

Apesar do sucesso e dos benefícios das mídias social, ela pode colocar um amortecedor em muitos aspectos da construção de um relacionamento. Muitas vezes, nos sentimos acolhidos em um site ou em grupos, nos sentimos como se promovêssemos ligações pessoais ou profissionais. No entanto, algumas das pessoas que encontramos on-line nem sempre são nossos amigos e seguidores.

Desabafar ou levar queixas para essas pessoas pode ser perigoso, dando-lhes demasiadas informações pessoais para compartilhar com os outros. Quando casais se divorciam é comum haver trocas de informações desabafos e queixas para pessoas da rede de relacionamento social, saiba que ao compartilhar suas dores e informações você poderá agravar o conflito em seu divórcio. 

Razões para ser cauteloso

Os clientes precisam ser cautelosos e evitar as armadilhas da mídia social durante o processo de divórcio. Algumas vezes inclusive é aconselhável se afastar das mídias sociais, pois talvez seja a maneira de garantir que futuros problemas não surgem por causa de algo que disse durante um momento de frustração.

Quando estamos enfrentando momentos difíceis o conselho é investir em tentar passar seu tempo com mais qualidade, tempo de face-a-face com os nossos amigos,associados e familiares. Ao passar o tempo diretamente com pessoas queridas podemos evitar a solidão ou até mesmo nos perdemos horas a fio em algum site ou joguinho.

Tomando Precauções

Há muitas maneiras para nos proteger contra os perigos das mídias sociais. Quando os casais se divorciam, a atividade on-line pode fazer com que se  descubra suas finanças, permitindo que ex-companheiros rastreiem informações financeiras e bens. Além disso, posts, tweets, e mensagens de texto encontrados em sites de mídia social pode ser usado como prova admissível durante o processo de divórcio.

Como a atividade de mídia social é pública e permanente, temos de acompanhar atentamente a forma como usá-la. Exercitar discrição e bom senso é a chave para se proteger quando um processo de divórcio investiga o uso da mídia social.

Portanto, quando estiver envolvido em um divórcio, conte com a ajuda de advogados que estão bem informados inclusive sobre a mídia social. Os advogados podem ajudar a rastrear e documentar a atividade on-line dos cônjuges, dando conselhos sobre o que fazer para proteger seus interesses.


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terça-feira, 9 de agosto de 2016

O deslocamento do pai, durante o divórcio

divorcio pai e martina madche
O deslocamento de homens das vidas de seus filhos seja através de divórcio ou pela mãe solteira faz parte da grande mudança cultural da vida moderna. Esta mudança deixou um considerável número de órfãos que podem ser considerados um risco de falha à medida que amadurecem. As pesquisas apontam que – falta de pais e filhos órfãos – são uma fonte de muitos problemas difíceis, se não intratáveis. Ausente seus pais, essas crianças em números alarmantes tornam-se jovens suicidas, adolescentes grávidas, jovens delinquentes, adolescentes desordenados, abandonam a escola, toxico dependentes e condenados juvenis. Há uma fatia considerável da nossa sociedade na qual temos famílias cada vez mais matriarcais, com os homens e pais ausentes ou reduzidos a algo como um doador de esperma, portanto, muito menos do que os pais de pleno direito. Hoje, há a necessidade de um movimento no qual homens buscam seus direitos de pais para modificar essa perturbação cultural.

Com certeza, a liberalização do divórcio, que removeu o conceito de culpa de uma ruptura conjugal, faz com que hoje seja muito mais fácil para um dos cônjuges acabar com um casamento mesmo contra a vontade do outro. Na verdade, o divórcio sem culpa abriu a porta para muitas pessoas saírem e escaparem do que chamamos de "casamentos sem amor."

Ocorre que direitos dos homens e activistas dos direitos dos pais afirmam, no entanto, que com a liberalização das leis do divórcio, que aconteceu no mundo desenvolvido no início dos anos 1960, agora coloca os homens em desvantagem decidida e injusto, particularmente nas áreas de guarda dos filhos, visitação e apoio. A colisão de direitos dos homens e dos direitos dos pais com o aumento da sensação de independência das mulheres politizou casamento e direito da família.

Que as mulheres, ingressam de dois-para-um, mais ações de divórcio, portanto, temos uma ideia da mudança dinâmica do casamento e divórcio no Brasil.

Muitos homens não só se veem ameaçados e amedrontados, mas também vítimas de esposas que se deslocam para acabar com casamentos unilateralmente ou contra seus desejos. Divórcio indesejado e paternidade sem a guarda mina a autoridade dos homens que sentem o seu papel na vida dos seus filhos reduzidos para um visitante ocasional - uma transformação difícil para muitos homens e uma devastadora para os homens com uma visão tradicional do casamento, família e filhos.

O caminho para um divórcio nunca é uma suave, mesmo quando o casamento termina por meio de uma ação incontestável, sem culpa. Até mesmo quando um casal se divorcia amigavelmente divórcios, como muitos fazem, o fracasso do casamento geralmente significa discussões e divergências sobre a divisão e distribuição de bens conjugais e dívidas. Quando os casamentos não têm filhos, os cônjuges divorciados, de uma forma ou de outra, terminam o casamento e podem ir cada um para um lado, sem nunca ter de ver um ao outro novamente.Quando os casamentos envolvem filhos menores, cônjuges divorciados percebem rapidamente que, embora o casamento acabou, cada um continua a ser um pai para a vida. E aqui é onde os problemas começam. Os pais divorciados devem e precisam manter contato é aqui onde os desafios começam.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

12 hábitos de pessoas infelizes

“Estou determinada a ser alegre e feliz em qualquer situação. Aprendi que não importam as circunstância, não são elas que determinam a sua miséria ou infelicidade, mas sim a nossa disposição”. (Martha Waschington, esposa do Presidente George Washington, EUA.

Felicidade é algo pelo qual todos lutamos, mas nem tudo na vida são flores., porém sabemos o seguinte: 1. A vida é curta e 2. A infelicidade dificulta nossas vidas. Como é de conhecimento comum nossos hábitos influenciam nossa qualidade de vida, e se pode dizer que esses hábitos afetam nosso estado mental, ou seja, nossa felicidade ou a falta dela.

Primeiramente, temos que distinguir a depressão da infelicidade crônica, pois a depressão é um desequilíbrio químico no cérebro, enquanto a infelicidade é uma disposição que muitas vezes é adquirida através de como escolhemos viver nossas vidas. A boa notícia é que ambas podem ser tratadas!

Martína MadcheEntão vou falar de 12 hábitos que causam infelicidade, e que podem ser evitados! São hábitos que observei em mim depois de alguns anos de infelicidade vividos.


1. Reclamação Crônica
Primeira coisa que constatei era de que eu vivia infeliz reclamando de tudo! Quando iniciei minha jornada pelo autoconhecimento li que: “Pessoas felizes e bem sucedidas não reclamam muito! Por outro lado, existem aquelas pessoas que sempre tem algo negativo para observar... mesmo, quando poderiam estar felizes”. Todos nós passamos por situações justas ou injustas. “Todos temos pedras no meio do caminho...”,assim,  cabe a cada um dimensionar o tamanho da sua. Podemos escolher viver reclamando, ou então, procurar soluções para os problemas em vez de reclamar, já que esse hábito não nos leva a lugar algum.
Venho de uma família em que o hábito é viver reclamando. Percebi que a regra lá em casa era  a de viver insatisfeito... sempre havia uma razão para reclamar. Somente, depois de longos  anos de estudos percebi que isso era algo transmitido de geração em geração. Para superar o hábito, precisei me policiar todos os dias.  Hoje enfrento uma batalha diária para persistir e adquirir novos hábitos.

2. Ser crítico – consigo e com os outros
Outro hábito que tínhamos era o de ser crítico. A forma como falamos conosco condiciona a nossa autoimagem para melhor ou pior  Autoestima é um componente essencial para a nossa felicidade, e todos deviam se dar o direito de se sentir bem. Podemos perceber e depois aceitar os erros que cometemos. Depois, a ordem é seguir em frente... sem se envolver com uma fala negativa e punitiva. Lá em casa, as falhas eram rememoradas e, assim, críamos o hábito de nunca nos perdoarmos pelos nossos erros. Novamente, me veio o desafio de encarar velhos hábitos.
Como brinde a autocrítica vem o hábito de analisar e avaliar os demais. E assim, vivíamos avaliando e criticando outras pessoas, porém viver criticando só nos traz infelicidade não há dúvida. Ademais, devemos aceitar e respeitar as diferenças e imperfeições dos outros. Todos têm o direito de viver feliz sem críticas indevidas.

3. Viver fora da sua realidade
Vivemos em uma sociedade de consumo, na qual somos constantemente bombardeados com propagadas que nos dão a promessa de felicidade. Assim, sonhamos com um carro, com o novo modelo de celular ou então com um novo cartão de crédito, uma roupa nova, um sapato enfim... Todos eles prometem uma satisfação. De fato, a compra pode oferecer um impulso emocional necessário que, entretanto, tem pouca duração, pois não é à toa que se fala em “remorso do comprador”.
Em vez de procurar uma ” felicidade” efêmera, procure algo mais gratificante como um encontro com amigos, exercícios ao ar livre, uma boa leitura, passeios etc – nada traz mais satisfação do que viver sem a sobra das dívidas. Comece a se conhecer e fazer escolhas mais conscientes!

4. Vícios Negativos
A maioria das coisas é boa com moderação... seja, comida, bebida, exercícios ou entretenimento. O problema surge quando essas coisas passam a ser o centro das nossas atenções. Infelizmente, muitas pessoas se vêm sofrendo com hábitos viciantes, especialmente, através da dependência por comida, álcool ou drogas. Se dar conta de que estamos viciados é o primeiro passo, sendo o seguinte a de ir procurar ajuda de um profissional (ver #8). Pois quando falamos em vícios, só se policiar não é o suficiente.

5. Viver lamentando o passado
Arrependimentos! Eu carregava vários... Entretanto, quando olhamos para eles nos damos conta de que são inúteis e prejudiciais. Pesquisas mostram que pensamentos repetitivos, negativos sobre decisões feitas no passado, são muitas vezes precursores de estresse crônico e depressão.
De acordo com a Psicologia existem quatro maneiras de lidar com o pesar: (1) aprender com os erros, mas não viver remoendo; (2) se uma situação no pode ser mudada,  deixe-a ir... (3) certifique-se que não esteja se culpando em demasia; e, (4) reformule a situação de forma positiva.

6.  Viver preocupada com o futuro
Outro hábito era o de viver preocupada com o futuro. O que seria de mim? Só que viver projetando possibilidades só me deixava ansiosa. De fato o que só podemos fazer é viver no presente, pois é nele que podemos demonstrar nossas habilidades e talentos. Fato é que devemos focar no aqui e agora e se alguma dificuldade surgir em nosso caminhos então só nos resta enfrentá-la. Por hora vamos apreciar as coisas boas da vida no presente...

7. Ser guiada pelo medo
Outro hábito adquirido foi o de viver com medo. Sim o medo é um dos facilitadores para a infelicidade! Para superar isso devemos novamente voltar a olhar para o presente. Não podemos deixar o medo do desconhecido (inevitável) nos paralisar. Encare seu medo, e se pergunte se de fato há uma razão para estar sentindo isso! O medo muitas vezes é uma resposta automática para nossos pensamentos negativos. Lembre-se não somos o que pensamos. Não somos o medo, a preocupação, a ansiedade ou qualquer outro pensamento negativo. Procure inovar, enfrente. Afinal qual é o risco?

8. Atrasando objetivos e sonhos
É relativamente fácil e não precisa de esforço nenhum para se envolver em uma rotina. De repente, fazemos sempre a mesma coisa, pois estamos com a agenda cheia de compromissos. Então minha vida passou a ser trabalhar, comer, dormir, cuidar de tudo, e quem sabe em algum dia relaxar ou se divertir. Então, eis o problema. Não dirigi meus talentos e paixões para um objetivo positivo, tangível eu descartava qualquer potencialidade, pois considerava sua realização algo impossível. A parte mais difícil para realizar uma meta é dar o primeiro passo. Assim, passei a olhar para mim, fazer planos e a concretizar os primeiros passos e aos poucos comecei a subir cada dia um degrau para um eu mais feliz.

9. Fofocando
Nada transpira mais infelicidade do que conversa negativa sobre outra pessoa. Afinal porque uma pessoas feliz e confiante, falaria sobre algo que não lhe representa nada? Falar mal dos outros pra que? Onde chegamos com isso? Fale somente quando for algo para acrescentar senão prefira o silêncio.

10. Explorar rancores
Então, semelhante às emoções negativas a animosidade é um peso desnecessário em nossas costas. Se um dia formos testemunhas de todos os comportamentos negativos de outra pessoa podemos nos tornar pessoas irritadas e tristes com toda a razão. Porém, lembre-se não se trata de seu comportamento ignorante. Procure a sua felicidade, seja perdoando, esquecendo, ignorando siga em frente.

11. Comer mal
Quando estava envolvida com todos pensamentos negativos, rancores tristezas... o que eu fazia... era comer mal. Assim, eu ingeria qualquer alimento nutricionalmente morto.  Assim, o que ganhei ao longo dos anos uma saúde frágil, ganho de peso, depressão, falta de energia e diminuição da minha produtividade.  Ter uma dieta equilibrada resulta em um efeito totalmente oposto, mais energia, um peso saudável, alerta mental e aumento da produtividade. Comer bem traz leveza! Significa estar ótimo.

12. Expandir nossos problemas
Quanto vivemos infelizes e descontentes, nossa primeira reação é quase sempre inteiramente emocional. Em outras palavras, vamos explodir coisas completamente fora de proporção, afinal estamos sendo regido pela nosso cérebro emocional (a amígdala) o epicentro das emoções negativas. Portanto, quando vier aquela onda de emoções, de um passo para trás e olhe para o problema objetivamente (com um mínimo de emoção) e então se concentre em uma solução.

Estando uma vez ciente desses hábitos, você pode optar por se manter consciente e afastado seguindo assim os conselhos acima mencionados.

Junte-se a discussão: que hábitos negativos que tenta evitar?

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Sobre Autocuidado - por onde começar!

O autocuidado faz parte do resgate da autoestima que muitas vezes com o rompimento de uma relação fica inevitavelmente abalada.
O Autocuidado é negligenciado também por pessoas que amam de mais! Falo em "Pessoas", pois acredito que tanto mulheres como homens podem amar demais. Lembrando que pessoas que amam demais passam por cima de suas necessidades priorizando sempre o outro.
O autocuidado também é muito negligenciado pela parte que assume de forma mais efetiva os filhos, pois para dar conta de todas as atividades muitas vezes é necessário abrir mão de outras.

Martina MädcheO Autocuidado pode ser entendido como a arte de compreender e atender às nossas necessidades, a fim de deixar-nos operando em nossa capacidade plena.Sem autocuidado nossa capacidade de atuação nunca é plena, ou seja, não somos capazes de dar ao máximo de nosso potencial.

Apesar do autocuidado ser um ato altruísta, muitas vezes poderá ser interpretado como o oposto, por estarmos colocando as nossas necessidades como prioridade.
Autocuidado é muito mais do que mimar-se, embora mimos podem ser um elemento importante.
Quando falo em autocuidado, na verdade, digo para garantir que todas as nossas necessidades espirituais e emocionais, bem como mentais e físicas seja atendidas. Para tanto, se exige autoconhecimento e coragem.
Coragem? Porque, no momento, em que temos clareza sobre nossas necessidades, podemos dar o próximo passo que é definir alguns limites, e isso significa começar a dizer "não" para as pessoas que estão acostumadas a ouvir sempre "sim" de nós.
Quando começamos a praticar o autocuidado autêntico e radical, podemos gerar desconforto e irritação em pessoas que estavam acostumadas a receberem toda a nossa atenção. 
Nesse momento surge o rótulo de "egoísta" que deverá ser rejeitado com amorozidade.

O egoísmo é descuidado, pois a pessoa coloca suas próprias necessidades e desejos compassivamente à frente das necessidades dos outros. No Autocuidado são priorizadas nossas próprias necessidades, para que sejamos capazes de ajudar aos outros. Quando agimos com autocuidado cuidamos dos outros, porém temos o cuidado de respeitar nossos limites e de realizarmos apenas aquilo que for conveniente fazê-lo.
O autocuidado nos permite rejeitar as necessidades do outro quando o outro nos sujeita para realizarmos sua necessidade, ou seja, a pessoa projeta suas necessidade para que você as realize.
O autocuidado é urgente e necessário quando nossos níveis de energia estão esgotados, quando perdemos o entusiasmo pela vida. Nessa hora que precisamos dar uma olhada em toda nossa vida e então determinar quais necessidades estão sendo negligenciadas. Essa pergunta deve ser realizada em cada área de sua vida, afim de poder encontrar a melhor versão de si mesmo.
Portanto, verifique seus relacionamentos e veja como estão suas 

• necessidades de trabalho.
• necessidades de saúde.
• necessidades espirituais.
• necessidades sociais.
• Quaisquer outras necessidades pessoais.


Cada um de nós é único, logo precisamos de coisas diferentes. Precisamos nos tornar conscientes de nós mesmos.  

Então, faça uma lista. E uma vez que você tiver feito isso, circule o que não está sendo atendido.

Pergunte a si mesmo:
• Qual é o impacto na minha vida de permitir que essas necessidades não sejam satisfeitas?
• Que diferença faria se elas fossem atendidas? 
• Qual o meu custo de não atendê-las? 
• Como posso modificar isso? 
• Então, é hora de decisão:
• Que limites você precisa estabelecer?
• Quem você precisa comunicar?
• Como você vai fazer isso?

Sempre haverá circunstâncias difíceis e exigentes para serem tratadas na vida. Quando se trata de estabelecer limites com os outros, o momento nunca será exatamente certo e se esperarmos até uma determinada situação se recuperar, outra virá em breve que irá substituí-la.
Então vem aqui a parte na qual é necessário um pouco de mimo: pergunte a si mesmo: "O que eu posso fazer apenas para o meu próprio prazer? O que posso realizar regularmente para restaurar minha mente, corpo e alma? "
Comprometa-se a fazer algo puramente para seu benefício e autocuidado, pelo menos uma vez por semana, embora diário seria melhor.
Isso não tem que custar um monte de dinheiro. Pode ser tão simples como fechar a porta do banheiro e ficar uma hora imersa na banheira. Ou pode ser tão luxuoso como uma massagem semanal, se o seu orçamento permite. Não importante o que você faz, o que importa é como isso lhe beneficia.

Então,o autocuidado na verdade não é puramente um ato solitário. Nós precisamos priorizá-los, incluí-lo em sua agenda. Colocá-lo em ação,e se necessário temos que mobilizar o apoio de nossa rede para nos ajudar e receber o apoio para sair obviamente da situação, na qual nos encontramos. Somos seres interdependentes e começamos a ser o nosso melhor e dar o melhor de nós mesmos, quando estamos cheios de energia e vitalidade.
Então, se é necessário dizer "não" a outras pessoas ou dizer "Sim" a nós mesmos, precisamos ser corajosos e sábios!
Por fim e, em última análise, cabe a cada um de nós ser responsável por recarregar nossas baterias.

Com carinho,
Martina


Martína Mädche, sou fundadora do blog, sendo que este projeto busca ajudar a reencontrar a Felicidade, por meio de uma prática de treinamentos que ajudam mulheres e homens a navegar através de seu divórcio e rupturas. 
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Advogada e Profissional de Ajuda.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Gaslighting - Sou louca? - Como trabalhar o abuso emocional! - Divórcio de um Narcisista!

Marcos Piangers, colunista da Zero Hora, abordou hoje o tema chamado Gaslighting. Considerando a importância do assunto, sugiro um aprofudamento da leitura, principalmente, para aqueles que foram vítimas de pessoas que agem assim.

Se você é (ou foi) casada com um narcisista, então você pode estar familiarizado com o termo, "gaslighting." O narcisista utiliza esta técnica de manipulação magistral para ganhar controle sobre você. Quando seu relacionamento começa a enfraquecer, ele cuidadosamente faz com que você fique cada vez mais ansioso, amedrontado, isolado e confuso.

Com o passar o tempo, inicia com uma postura punitiva e degradante, você vai perdendo cada vez mais sua autoestima e se sente desvalorizada gradativamente, assim, começa a questionar a sua sanidade mental. Gaslighting Extrema por um longo período de tempo podem levar a ter um senso distorcido da realidade – chega um momento em que você não sabe quem está certo ou errado, sente-se culpada por ser a pessoa que você é, e perde qualquer resquício de auto-confiança.

Gaslighting é uma forma extremamente perigosa de abuso emocional, uma vez a vítima do narcisista questiona seu julgamento, até mesmo em detalhes e situações, tornando-a dependente dele. Um exemplo, corriqueiro é quando você escuta repetidamente que és ruim com dinheiro, até que você de fato acredite nisso, sendo que é claro que o narcista ainda se coloca como uma pessoa generosa, já que sem o seu apoio serás uma fracassada.

O termo "gaslighting" vem do filme de 1944, "Gaslight ', onde uma jovem mulher chamada Paula se apaixona loucamente com seu pretendente, Gregory. Depois de um intenso romance que resultou num casamento, Gregory começa a apresentar um comportamento narcisista patológico, levando a insanidade de Paula. Em uma cena, Gregory mexe com a luz de gás no sótão, fazendo com que as luzes da casa se apaguem. Quando Paula menciona ouvir passos no sótão e as luzes apagadas, Gregory diz a ela que é tudo imaginação, fazendo com que Paula questione seu julgamento. Gaslighting passou a ser o termo amplamente usado para quando um narcisista mexe realmente com a sua cabeça.


Dependendo do estágio de seu relacionamento com um narcisista, gaslighting a princípio pode aparecer de forma sutil, mas depois piora gradativamente. A seguir estão alguns sinais que você é uma vítima de Gaslighting. Esta lista mostra que como a relação vai se desgastando, ao mesmo tempo que se perde a sua clareza mental e a compreensão da realidade e da verdade.

1) Você admira sua grandiosidade a ponto de depender dela.
Fato é que um narcisita é um sedutor nato. Então ao entrar neste romance seus sentimentos são intensos - você está embriagada com seu charme, gentileza e atenção. Seu cérebro libera endorfinas, e você fica em um estado de embriaguez completo. A facilidade para entrar em uma relação destas é porque, provavelmente, você tinha uma baixa auto-estima antes de conhecê-lo. Então aos poucos, você acredita que a alegria que sente só pode ocorrer quando está com ele. Nasce sua dependência. Antes mesmo que você perceba, estarás viciada em seu narcisista.

2) Você vê bandeiras vermelhas mas não é possível identificar o problema
Quando seu narcisista se aborrece, sua atenção começa a diminuir e ele, inclusive, procura por uma nova oferta. Ele pode discretamente colocá-la para baixo, dizendo que está "carente" ou "excessivamente sensível." Sua afeição que uma hora era intensa passa a ser apática. Essa mudança repentina gera um estado de neblina de confusão. Você não consegue e não pode identificar o problema, então você acha que algo está errado com você, e você faz tudo que pode para corrigi-lo.

3) Quando você já não tem mais a sua atenção, vem a retirada
Neste momento já estás viciada nele, e não sabe como "corrigir" a situação, então você sofre de ansiedade e tristeza intensa. Quando ele se afasta, você analisa todas suas ações. Se pergunta o que estás fazendo, tentando agradar, e sendo obcecada para salvar o relacionamento. Ele é seu vício, no entanto, só faz com que sinta desgosto.
4) Você é ignorada, abandonada, para assim baixar suas exigências.
Agora o que você é e sente não tem mais correção, você vai se contentar com o que ele aceita disponibilizar, mesmo que ele demonstre que a esteja descartando, porém ele não descarta completamente, pois a procura quando a oferta é baixa. Assim, ele pode lhe dar um vislumbre de afeto aqui e ali, dando-lhe esperança de que ele vai voltar para você. Isso diminui ainda mais a sua auto-estima, no entanto, faz com que você pense que é necessário se submeter para receber afeto.

5) Você começa a questionar sua sanidade
Para mantê-la ao alcance, ele realiza e super valoriza alguns de seus pedidos, ele se torna encantador em algumas horas, mesmo que pareça ser um contra-senso, o manipulador está mimando você. Assim, ele a acompanha em um jantar, mas ele não deixa de implicar com seus amigos e até mesmo repreendê-la por ter um interesse neles. Porém, porque você ainda está apaixonada por ele, agora você questiona suas escolhas. Você se afasta, a fim de agradá-lo. Lentamente, você começa adivinhar cada uma das escolhas de vocês, tornando-se mais dependente dele, que é o objetivo final do narcisista.

6) Você se sente culpado e está sempre pedindo desculpas
Como você já adivinha as situações, qualquer coisa que você faça para reparar o relacionamento é sentido com um erro. Quando o narcisista se sente contrariado ou lhe enxerga em uma nova situação que cause desequilíbrio nele, esse exprime uma raiva extrema ou um silêncio ensurdecedor. Então você se desculpa, se retira, e me se mal pela situação ou por tentar algo novo. Agora você é incapaz de se mover, você pisa em ovos, sente-se em um cativeiro. Você fantasia sobre se libertar, mas se sente refém devido a sua confusão mental.

7) Quando você menciona o divórcio, ele recua e passa a ser a vítima
Agora que você já tentou de tudo, mas não conseguiu nada, então a opção é desistir e acabar com o casamento. Mas quando você menciona o divórcio, ele a convença de sua incapacidade como ser humano, e que você nunca poderia viver sem ele, além é claro de que você nunca irá conhecer um homem tão bom igual a ele. Em vez de assumir a responsabilidade por suas ações, ele a culpa por uma infinidade de infrações: você não quer ter relações sexuais, você quer muito sexo, você é preguiçosa, você é gorda, você é louca, você é instável, e você deve ter sorte porque ele quer apoiar você. Afinal, ninguém jamais toleraria você, mas ele sim. Agora, você está desistindo, como você pode fazer tal coisa, como você pôde fazer isso com as crianças, como você pode fazer isso com ele, você é tão egoísta. E porque o seu senso de realidade é tão distorcido, neste ponto, você realmente se sente mal por ele, então sede para que ele fique ou se culpa, desiste de lutar. E assim o ciclo continua.

Se você for vítima de Gaslighting, você deve se lembrar por que seu narcisista faz isso. Seu senso distorcido de si mesmo, e seu medo de ser exposto que as insanidades dele, dá-lhe a munição para jogar os jogos mentais finais. Você não é o problema - eles são. Não permita ser manipulada - você é digno de amor e segurança, e sua embriagues pelo narcisista só irá impedi-la de perceber isto, isto é Gaslighting. É uma nevoa que obscurece a vista e faz com que você veja o mundo embaçado. Você deve se libertar antes de perder sua sanidade.


Martína Mädche, sou fundadora do blog, sendo que este projeto busca ajudar a reencontrar a Felicidade, por meio de uma prática de treinamentos que ajudam mulheres e homens a navegar através de seu divórcio e rupturas. 
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